"A crise financeira acabou impulsionando a adoção do software de código aberto, assim com a bolha das empresas pontocom incentivou a adoção do Linux", disse a pesquisadora do Gartner. Segundo Laurie, "a primeira leva de adoção do código aberto começou quando a bolha de internet estourou".
Segundo ela, as corporações economizam mesmo quando precisam comprar tecnologias de código aberto. Como exemplo, ela cita o Red Hat Linux, que tem versões pagas e gratuitas. "Mesmo as versões mais sofisticadas do sistema custam mais barato [que o Windows]. No final, o custo total de propriedade acaba sendo menor", disse.
Ela também rebateu o argumento de que é preciso ter profissionais altamente treinados - e que costumam cobrar mais caro por hora de trabalho - para adotar o software livre. "Com certeza (a adoção) não é gratuita... e algum treinamento é sempre necessário", afirmou. Ainda assim, ela acredita que "as companhias conseguem economizar bastante" com as aplicações livres.
Segundo ela, as corporações economizam mesmo quando precisam comprar tecnologias de código aberto. Como exemplo, ela cita o Red Hat Linux, que tem versões pagas e gratuitas. "Mesmo as versões mais sofisticadas do sistema custam mais barato [que o Windows]. No final, o custo total de propriedade acaba sendo menor", disse.
Ela também rebateu o argumento de que é preciso ter profissionais altamente treinados - e que costumam cobrar mais caro por hora de trabalho - para adotar o software livre. "Com certeza (a adoção) não é gratuita... e algum treinamento é sempre necessário", afirmou. Ainda assim, ela acredita que "as companhias conseguem economizar bastante" com as aplicações livres.
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