Após infectar milhões de PCs pelo mundo e atrair a atenção até dos usuários menos preocupados com tecnologia, o malware mais comentado dos últimos anos continua sem paternidade (ou maternidade?) conhecida.Fred Cohen, por exemplo, é apontado como o criador do primeiro vírus de computador, um trabalho experimental que acabou por revelar a fragilidade dos sistemas operacionais.
Já o britânico Gary McKinnon, por exemplo, ganhou fama por conseguir invadir computadores do Exército Americano, protegidos pelos sistemas de TI mais sofisticados que a inteligência dos Estados Unidos pode produzir.
McKinnon alega que não agiu a mando de qualquer grupo ou país, nem quis roubar informações militares. Aficcionado por ETs, McKinnon diz que desejava apenas saber se, de fato, os Estados Unidos possuem provas não reveladas de vida inteligente em outros planetas.
Outro nome popular em debates sobre o Conficker é de David Smith, que em 2002 causou furor entre usuários de Windows por disseminar o vírus Melissa. Identificado, Smith pegou 20 meses de prisão.
Uma mente brilhante lembrada como capaz de criar pragas como o Conficker é Kevin Mitnick, que no final dos anos 80 iniciou a invasão de computadores e teve sucesso em hackear servidores de empresas de tecnologia e celulares. Preso por cinco anos, quando libertado passou três anos proibido de navegar na web. Atualmente, trabalha como consultor de segurança.
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